Escola Comportamental

O surgimento da Escola Comportamental é uma consequência directa das limitações da Escola Clássica no que respeita às motivações das pessoas. Na verdade, o crescente descontentamento do operariado e o poder crescente dos sindicatos obrigou as organizações a estudarem novas formas de gestão que proporcionassem uma maior satisfação no trabalho. Alguns desses exemplos são as tentativas de aplicação à gestão de princípios da psicologia levadas a cabo por Ordway Tead e por Mary Follett e de princípios da sociologia tentados por Chester Barnard. Outro exemplo foi Hugo Münsterberger, fundador da Psicologia Industrial que coloca a ênfase em aspectos psicológicos como forma de aumentar a eficiência e a produtividade.

Contudo, é com o eclodir da grande depressão de 1929 que as organizações em geral e as empresas em particular são obrigadas a intensificarem os seus esforços na busca da eficiência através da motivação dos trabalhadores, ditando assim o fim da Escola Clássica.

É neste contexto que nasce a Teoria das Relações Humanas fundada por Elton Maio e seguida de diversas outras teorias e modelos cuja ênfase era colocada na pessoa e nas suas motivações. Entre essas teorias, e além da Teoria das Relações Humanas, encontra-se a Ciência do Comportamento fundada por Abraham H. Maslow, a Teoria dos Dois Factores de Frederick Herzberg e a Teoria X e Teoria Y de Douglas Mcgregor.

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