Saúde comunitária

A saúde comunitária pretende garantir o bem-estar e a qualidade de vida da comunidade, através da intervenção de equipas multidisciplinares qualificadas para o fazer.

A saúde comunitária pretende garantir o bem-estar e a qualidade de vida da comunidade, através da intervenção de equipas multidisciplinares qualificadas para o fazer. É necessário que todos os intervenientes tenham a noção de que todos são agentes ativos para a mudança e para dar resposta aos problemas e queixas sociais exigentes, no sentido de ir de encontro ao sucesso da intervenção.

Do ponto de vista mental e social, a saúde comunitária pretende dar resposta a questões psicossociais características da comunidade através de vários tipos de intervenção, como por exemplo, a psicologia comunitária, a psiquiatria, a psicologia organizacional, entre outras (Kochenborger, & de Fátima Guareschi, 2007).

Desta forma importa focar a intervenção em vários âmbitos da vida do indivíduo, tais como a família, o ambiente, a cultura, os quais vão interferir, diretamente com a saúde mental (Kochenborger, & de Fátima Guareschi, 2007).

No entanto, os vários estudos que têm vindo a observar a necessidade de implementar ações focadas na saúde comunitária, também se aperceberam que nem sempre os profissionais necessários à realização deste trabalho, estão devidamente preparados para o fazer (Kochenborger, & de Fátima Guareschi, 2007; Ojeda, & Carmen, 2005). Por esse motivo é necessário, além de promover a saúde comunitária, garantir a formação dos mesmos, no sentido de conseguirem responder às questões aqui abordadas (Kochenborger, & de Fátima Guareschi, 2007).

Para que o trabalho dos profissionais qualificados possa ser produtivo é necessário, portanto, que se consiga formar equipas multidisciplinares, no sentido de poder partilhar diferentes áreas do saber e dar resposta a diferentes tipos de necessidades que se relacionam entre si (Kochenborger, & de Fátima Guareschi, 2007).

Estas são algumas das propostas realizadas na comunidade para responder, não só às o necessidades da mesma, como também às necessidades dos profissionais de saúde (Ojeda, & Carmen, 2005).

Para tal, é importante envolver todos neste tipo de intervenção, no sentido de mudar o cenário, e garantindo que, com a participação de todos os envolvidos, de forma ativa, o atendimento neste âmbito se torna mais bem sucedido (Ojeda, & Carmen, 2005).

Conclusão

De acordo com a linha de estudo elaboradas sobre o tema da saúde comunitária, podemos entender que a mesma só funciona de forma adequada se todos os intervenientes forem agentes ativos na procura de respostas para os problemas e queixas que chegam até ao atendimento. Assim, torna-se evidente que é necessário garantir a formação dos vários profissionais responsáveis, bem como, garantir que as equipas de intervenção são também multidisciplinares.

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References:

  • Kochenborger Scarparo, Helena Beatriz, de Fátima Guareschi, Neuza Maria, PSICOLOGIA SOCIAL COMUNITÁRIA E FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Psicologia & Sociedade [en linea] 2007, 19 (Sin mes) : [Fecha de consulta: 19 de agosto de 2019] Disponible en:<http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=309326391024> ISSN 0102-7182;
  • Ojeda Ocampo More, Carmen L., As redes pessoais significativas como instrumento de intervenção psicológica no contexto comunitário. Paidéia [en linea] 2005, 15 (Mayo-Agosto) : [Fecha de consulta: 19 de agosto de 2019] Disponible en:<http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=305423747016> ISSN 0103-863X

 

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