Enciclopédia

Breve história da “enciclopédia”

A enciclopédia é uma obra de referência na qual são expostas rubricas sobre os mais diversos ramos do conhecimento humano. Esta também pode ser especializada, ou seja, conter informações sobre uma área específica, como, por exemplo, a Medicina, ou a Linguística.

Embora a primeira utilização da palavra “enciclopédia”, com a definição acima apresentada, remonte ao século XVI, a verdade é que já se compilava informação na Antiguidade, como prova, por exemplo, a obra «História Natural», de Plínio, o Velho.

Só no século XVIII, sob a direção de Denis Diderot, é que a enciclopédia conheceu uma aceitação geral. Para tal contribuiu um vasto e célebre leque de colaboradores como Voltaire, D’Alembert, Montesquieu, ou Rousseau. No entanto, também foi violentamente criticada pelas forças mais conservadoras, na medida em que esta encyclopédie francesa, também intitulada «Dicionário Racional das Ciências, das Artes e dos Ofícios», tinha como objetivo não só defender a ideia de progresso contra a autoridade tradicional, mas também tornar-se no veículo ideológico dos pensadores do Iluminismo e, ainda, mudar o modo como as pessoas pensavam.

O impacto desta enciclopédia ficou, assim, a dever-se à visão racional e materialista da História e do mundo e, ainda, à importância que atribuía, pela primeira vez, às ciências aplicadas e às descrições técnicas.

Atualmente, entre as variadas enciclopédias que são publicadas por todo o mundo, destacam-se a Encyclopaedia Britannica, a Larousse, as Brockhaus e Meyer, ou a Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, as quais disponibilizam também uma versão em formato digital.

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